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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Poemas

Capítulo 1: Aparência


*Passo o dia inteiro sem falar uma única palavra, não sei se sou antissocial ou simplismente não gosto das atitudes repugnantes de outras pessoas, principalmente quando se trata dele... Anthony Raphael! Ele é um exemplo de pessoa cujo o caráter é indiscretivel, aje como se fosse a pessoa mais importante em todo o planeta, e ainda esnoba os outros estudantes, isso é uma ação odiavél.*
Terceira aula, professor de filosofia pede para fazermos duplas para um trabalho, o mesmo vale nota, mais logo em seguida muda de ídeia, e decide ele mesmo escolher as duplas, torço para que minnha dupla seja a Anna ou o Alfred, pois de lá são as únicas pessoas que tem um caráter digno, mais logo quando o professor fala meu nome, fico surpreso em relação a outra pessoa a qual será minha dupla, Anthony Raphael. Como se isso já não fosse o suficiente, Anthony manda eu ir em um determinado horário a sua “Mansão!” eu quase vi-me a explodir de ódio pelo fato de ter sido logo ele.

O horário ao qual ele me disse havia chego, lá estava eu, de boquiaberta em frente a sua enorme mansão. O porteiro pergunta quem eu sou, eu fico irritadissimo, pois ele não teve a menor coragem de comunicar que eu viria! Explico toda a situação para ele, ele fala com o Anthony, que o mesmo manda deixar-me entrar. O trabalho não podia ser pior, devemos escrever de acordo com o que conhecemos um do outro ao longo dos dias um poema (3 dias, 3 poemas para cada um deles).

-O que você quer fazer Gabriel?! –Ele disse para mim com um olhar arrogante e eu respondi:

-Me mostre o que você faz no seu dia-a-dia!

Eu o obeservei, ele estava agindo de forma diferente a qual age na escola, parecia estar triste com alguma coisa.

-An-Anthony? Você está bem? –De alguma forma tentei ser gentil, mesmo não gostando dele.

Ele virou-se para mim, seus olhos estavam prestes a transbordar, então eu perguntei:

-Por que você está chorando?!

Ele hesitou por um segundo, mais em seguida disse:

-Me-meu pai, ele nunca mais fala comigo, está sempre viajando em negocios. Ele... Logo depois que minha mãe morreu ele... Ele nem sequer me olha mais...

Depois de ouvir aquelas palavras da boca dele, vi que aquele garoto esnobe, mais que ainda assim parecia estar feliz, é apenas uma fachada para o que ele realmente sente...

Ele começou a enxugar as lagrimas, e disse:

-Me desculpe por es-estar envolvendo você nos meu assuntos pessoais e...

Eu fui em sua direção e o abraçei, seguido das palavras “Me desculpe, eu julguei você mal!”.

Depois daquilo, não dissemos mais nenhuma palavra, a não ser quando já estava saindo, “Tchau!”.

No outro dia, me acoredei com a lembrança de tê-lo visto chorando. Meu poema já estava pronto. Chegando na escola, não conversamos, apenas olhares indiretos um para o outro durante as aulas. Última aula, filosofia! Finalmente minha vez de ler o poema.

1º dia:
“Aparência”

Visão mesma de sempre,

Olhares com arrogancia.

Um dia,

esse modo de vê-lo muda.

Presenciar seu verdadeiro ser, me aflinge.

Com olhos gentis, viro em sua direção.

Não parece,

Mais ele está sozinho!

Abraço-o

Numa tentativa desesperada de acalma-lo

Face,

Face

Apenas “Aparência”.

  • Feita por The Vampire
Arigato ^-^

3 comentários:

  1. Tudo e mais um pouco pra ser foda ^-^ /Mals o termo\

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  2. Omg muiiiito lindo continuasao. >////< ♥ parabens es um escritor(a) nato ♡♡♡

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  3. adorei vc é muito bom

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