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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Hiromi X Akiro

 Nakamura Akiro tem por volta dos 20 e tantos e presta faculdade de direitos.
 Yoshida Hiromi é um importante homem de negocios que possui grande influencia na cidade.
 Se conheceiram, por acaso na faculdade onde Akiro estuda. Inicialmente se odiaram, mas depois passaram a se amar e se tornaram amantes.
 Nessa história, os pais de Akiro, que já estão meio velhos, resolvem fazer uma viagem em volta do mundo sem previsão de volta, e deixam Akiro sozinho, pois acham que ele é responsavel o suficiente. ( eles nada sabem do relacionamento de Akiro e Hiromi)
Tudo correu bem, porém uma noite um ladrão entrou na casa de Akiro, e este tentando impedi lo acabou sendo baleado no ombro. 
> Hiromi que ia fazer uma surpresa pro Akiro, ouviu o som do tiro e entrou em tempo de ver o ladrão escapando pela varanda, e de ver seu amado Akiro sangrando no chão.
 Na hora ele chamou uma ambulancia, e na mesma noite Akiro foi levado para o hospital onde sofreu uma cirurgia para retirar a bala. 

 Hiromi X Akiro

Nunca fiquei tão preocupado como no momento em que o vi caido e sangrando.
Depois que o doutor me assegurou de que ele ficaria bem, e que já podia voltar para casa, eu o trouxe para minha casa. 
Akiro dormiu durante o dia todo, acordando só de madrugada. E eu que tinha estado o tempo todo ao seu lado, fiquei extremamente aliviado quando ele despertou. Ele aindam lnsonolento, olhou para mim confusoo e forçando a voz perguntou
- Yoshiro sensei, onde... onde eu estou ?
 - Shii... Não se esforce muito. Eu o trouxe para a minha casa.
 - Para a sua...
 Ele gemeu de dor e levou a mão ao ombro. Segurei suas mãos carinhosamente
 - Não se preocupe com isso agora, amanhã lhe direi tudo, agora é melhor você descansar
Tentei sair, mas ele segurou na minha blusa.
 - Durma ao meu lado
 Olhei para ele, e beijei sua testa
 - Mas é claro, deixe eu só me trocar
 Quando voltei esperava que ele já estivesse dormindo. Fiquei surpreso ao perceber que ele ainda estava acordado me esperando, sorri. Peguei uma de suas maos e a beijei, depois me deitei ao seu lado esquerdo, oposto ao ombro machucado, ele apoiou a cabeça no meu ombro e me abraçou. Dormiu enquanto eu acariciava sua cabeça.
 Quando acordei vi que ele ainda estava dormindo. Me levantei cautelosamente para que ele não acordasse.
 Desci e dei muitos telefonemas, inclusive para os pais dele, contei o que tinha ocorrido, e para não se preocuparem ( não contei que eu era amante do filho deles, achei que era o momento inapropriado para dizer que o filho deles é gay). 
 Na hora do almoço subi de volta para o quarto levando uma bandeja com o almoço. Quando entrei ele estava acordado, fora da cama, de pé, na frente da janela. Coloquei ruidosamente a bandeja em cima da mesa o assustando
 - Posso saber o que você esta fazendo zanzando por ai? Volte para cama
 Quando ele se sentou eu lhe dei a bandeja com o almoço e o remedio
- O que houve?
- Você foi assaltado e levou um tiro, então te levei ao hospital, onde você passou por uma cirurgia. Agora, o medico dise que já esta melhor, mas ainda precisa se recuperar, portanto pare de ficar andando por ai, assim você não vai melhorar.
 - Obrigado, hum... Me desculpe pelo transtorno... Yoshiro sensei
Ele ficou vermelho. Que fofo. Levantei sua cabeça até que ele olhasse para mim, e o beijei durante um longo tempo.
- Não se preocupe. Você nunca me aborreceria. Eu te amo, Akiro.
 Acho que ele ficou agradecido com o que eu disse, pois se jogou em meus braços.
 Depois de o ajudar a entrar no banho, desci e comecei a trabalhar um pouco. Porém, pouco tempo depois, ouvi um barulho de algo caindo vindo do pido superior, subi correndo para ver o que tinha acontecido. E confesso que acabei rindo quando o vi nu, molhado e caido no chão, mas isso só fez com que ele se debatesse mais e ficasse mais vermelho. Ajudei o a se levantar
 - O que houve?
 - Estava tentando me trocar, m-mas me atrapalhei com o ombro machucado e acabei caindo
 - Haha, você devia ter me chamado
 - Posso fazer isso sozinho
 Ele disse essa ultima frase bem baixinho, mas ainda assim consegui ouvir
 - Muito bem, já que você pode fazer sozinho não vai precisar da minha ajuda
 Eu o larguei e desci. Tinha coisas mais importantes a fazer do que cuidar de crianças malagradecidas
 Quando escureceu, Akiro desceu e foi até onde eu estava
 - Estou com fome - Ele murmurou
Tirei os olhos do meu livro e comecei a rir, ele tinha colocado a camisa toda errada e a calça estava toda dobrada. Rindo fui até ele e arrumei sua camisa e calça
 - Vejo que você consegue se virar muito bem sozinho. Venha, vamos jantar
Akiro ficou com a cara amarrada mas, me seguiu mesmo assim. Devia estar bravo, pois se sentou do lado oposto da mesa. Fui preparar o jantar, e durante o tempo todo Akiro não disse nada, talvez esperasse que eu me desculpasse. O que não ia acontecer tão cedo.
- Liguei para a universidade onde você estuda para avisar que você não ira por alguns dias. Mas, não se preocupe, pedi para aquele seu amigo Len kun anotar as aulas para você
 - Por que eu vou ter que faltar?!?
- Porque você levou um tiro e sofreu uma cirurgia, e ainda está se recuperando. Precisa de mais algum motivo?
 Ele ficou vermelho. Nisso eu já tinha trazido o jantar e me sentado do lado oposto da mesa. Ele abaixou os olhos ao prato e ficou ignorando o que eu dizia
 - Liguei para seus pais também, disse a eles o que tinha acontecido e que você estava bem, para eles não se preocuparem
 Ele continuou me ignorando
 - Eles parecem bem irritados por ter um filho gay e cancelaram a viagem, estarão aqui amanhã
Com isso ele pareceu assustado, tanto que derrubou o garfo
- Você fez o queee?
 - Então você estava prestando atenção
- Isso não importa, o que foi que você disse para os meus pais?
Pensei em me divertir um pouco com a situação
- Ah, nada demais, mas eles perguntaram o que eu era seu, então achei que seria inapropriado mentir. Disse que eramos amantes a muitos meses, e eles pareceram extremamente interessados nisso.
- Você tem ideia do que fez, Ahhh eles vão me matar
 Não consegui me conter, ver ele desesperado e quase as lagrimas... Comecei a rir
 - Ai, Akiro, quantos anos você pensa que eu tenho para ser tão irresponsavel? Eu só estava brincando com você, seus pais nada sabem sobre nós.
 - M- mas o que você disse para eles quando eles te perguntaram quem você era?
- Disse que era professor na universidade em que você estuda. Então não se preocupe tanto.
 Ele quase caiu para traz. Acho que a minha brincadeirinha o deixou irritado, pois ele terminou de comer e subiu sem falar mais comigo.
A noite eu pretendia deixa lo dormindo no meu quarto e eu iria dormir no quarto ao lado, mas precisei pegar umas coisas no meu quarto. Quando entrei vi que ele já estava deitado, achei melhor não acorda lo, mas um ligeiro movimento de cabeça o denunciou. Não pude evitar.
Me sentei do seu lado e comecei a beijar seu pescoço. Ele virou de lado e tentou me ignorar. 
 - Pare Hiromi, estou cansado
 Mas, eu não queria parar, continuei beijando seu pescoço, enquanto colocava a mão dentro de sua camisa, começando a desabotoa la
 - Hiromi, é é serio eu não quero fazer isso hoje. Saia
 Ele tentou me empurrar, mas eu segurei suas mãos acima de sua cabeça, e comecei a mordiscar seu pescoço e a morder sua orelha, enquanto ele gemia de prazer. Desabotoei totalmente sua blusa e comecei a beijar lo. Mas, logo o larguei, levantei e beijei sua boca e depois a testa
 - Por hora vou me conter, mas não sei quanto tempo mais vou conseguir me segurar. Durma bem.
Talvez seja só impressão minha, mas percebi um leve desapontamento vindo dele.
 Sai do quarto com um sorriso e fui dormir. 
 No dia seguinte, encontrei o já acordado, na sala assistindo tv.
- Ah, já esta acordado. Que bom. Venha até a cozinha um instante. 
 Ele demorou mas, foi.
 - Sente se aqui e tire a camisa.
 - Hiromi , já- já disse que não quero
- Talvez você não queira, mas eu preciso trocar a atadura e limpar o ferimento.
 Ele olhou para baixo envergonhado, e tirou a blusa. Dei um sorriso.Comecei a desenrolar as ataduras, mas devo ter tocado no lugar machucado, pois ele gemeu de dor. 
 - Me desculpe. Eu vou limpar agora, então talvez doa um pouco. Se doer me avisa
 Comecei a limpar, e ele tentava ignorar a dor, portanto para distrailo comecei a falar dos negocios, ele sempre se entediava.
 - Pronto. Já pode abrir os olhos.
 Ele estava palido. Coitado, resolvi fazer algo para anima- lo, então fiz um sunday ( uma de minhas multiplas habilidades). Acho que ele gostou. Passei a mão em sua cabeça e pegando meu paletó me dirigi a porta
- Vou trabalhar
- Você vai me deixar?
Akiro fez cara de choro
 - Preciso, já não vou a quatro dias. Preciso retomar aos negocios. Alem disso você já é bem grandinho para ficar sozinho.
 - Mas, o que eu vou fazer enquanto você não está?
- Sei lá, porque você não convida algum amigo seu para vir aqui e depois saiam para beber. Você não é mais criança.
 - Pensei que você não me deixa se sair?
 Perguntou um tanto ironico
- Vou abrir uma exceção. Mas, tente não ir parar no hospital de novo. E não volte muito tarde.
 Fui embora. Quando voltei já passava das onze. Fui para o quarto. Provavelmente ele não tinha voltado ainda. Resolvi não ficar esperando por ele então me troquei e dormi.
Acordei as três horas da manhã com o celular tocando, atendi a contragosto
- Yoshiro- sensei? Aqui é o len kun. 
 - Não está muito tarde para me ligar?
- Desculpe me Yoshiro sensei, mas é que eu e Akiro saimos para beber, mas ele bebeu demais e eu não estou conseguindo tiralo do bar, ele não quer sair e esta meio violento, com alucinações. De qualquer modo acho que ele já bebeu demais. 
- Obrigado por me avisar, Len kun, estarei ai em alguns minutos.
 Nesse meio tempo de conversa eu já tinha me trocado e já estava a meio caminho.
 Quando cheguei no bar, entrei e logo os encontrei, Akiro bebado tentando brigar com um homem duas vezes maior que ele , enquanto Len tentava impedi-lo, e estava entre os dois. Pensei seriamente em ficar só olhando e ver no que dava, mas achei melhor intervir. 
Impedi que o outro homem desse um soco na cara de Akiro.
- Me desculpe - disse - se ele lhe causou alguma coisa, vou leva lo para casa
 Ele não pareceu muito feliz, mas deve ter percebido que eu era muito mais forte, pois voltou para a mesa dele.
 - Que bom que veio Hiromi san
Len estava arfando por tentar conter o Akiro , que ainda parecia disposto a lutar. 
Peguei Akiro e o coloquei sobre o ombro como se fosse um boneco e me dirigi ao carro. Ignorando as reclamações dele, o coloquei no banco de traz do carro e bati a porta.
 - Obrigado por me avisar Len. Quer uma carona?
 - Não, muito obrigado Hiromi san
 Quando chegamos em casa tive que tira lo do carro a força. Ele não parava de se debater. 
- Pare HirooomI, me deixe
- Fique quieto Akiro. 
Levei ele para o andar de cima. Tirei sua roupa e o fiz entrar na banheira, joguei agua gelada nele para desperta- lo um pouco. Ele não pareceu gostar muito, mas saiu do transe alcolico. 
 - Hiromi! O que eu estou fazendo aqui?
 - Len kun me ligou pedindo para eu ir busca-lo no bar
 - Não era preciso você ter ido me buscar, eu sei cuidar de mim mesmo.
- Não era o que parecia, quando você tentou bater em um cara duas vezes maior que te mandaria para o hospital em segundos.
- Eu não fiz isso
 - Já que não quer acreditar em mim, depois eu lhe mostros as fotos que tirei.
Ele ficou vermelho. Comecei a passar o shampoo nele, mas ele não parava de se debater
 - Francamente Akiro, quantos anos você tem? Pare de se mexer ou vai entar shampoo em seus olhos. 
Lavei minhas mãos e fui espera-lo no quarto. Quando ele saiu do banho, já trocado, parecia bem melhor. Ele se sentou do meu lado no sofá, e apoiou a cabeça no meu ombro.
 - Ai, bebi demais
 - Tinha me esquecido que você não sabe beber, se não teria falado para vocês irem ao parque, ou ao zologico.
- Poderia não fazer piadinha com tudo ?!?
- Vou pensar no seu caso
 Ele tentou me bater, mas errou a mira, em vez disso acabou batendo no braço do sofá que era de pedra.
 - Aiiiii
- Hahaha, você deveria tomar mais cuidado, especialmente quando está bebado.
- Ah, cale a boca
 Ele começou a balançar a mão, como se isso fosse ajudar. Levantei rindo e lhe estendi uma bolsa de gelo
- Tome, vai melhorar
 Fiquei olhando enquanto ele colocava o gelo na mão. Até que não me contive mais. Levantei seu queixo e o beijei. Comecei a desabotoar sua camisa, um botão de cada vez, me deliciando com o momento. Deitei sobre ele no sofá e comecei a mordiscar seu mamilo esquerdo ouvindo seus gemidos, enquanto tirava seu shorts e a cueca box. Comecei a chupa-lo. Ouvi seus gemidos de prazer, enquanto colocava dois dos meus dedos em seu cú. Olhei para ele, para aquele rosto fofo e o beijei. Ele beijou de volta intensamente. Tirei o cinto 
 - Posso entrar Kiro chan?
- Ppode
Entrei com tudo enquanto ele gritava, primeiro de dor, mas que foi logo substituida pelo prazer. 
No dia seguinte, acordei abraçado a ele (ambos nus), e com Akiro me observando.
 - O que você pensa que está fazendo me observando assim?
- Me desculpe, só estava te esperando acordar. 
- Muito bem estou acordado. O que você quer?
 Ele enrubeceu
 - Qqueria ssaber o qque aconteceu ontem a noite.
 - Você esta gaguejando, o que houve? Esta com frio?
 Coloquei a mão em sua testa e percebi que ele estava ardendo em febre.
 - Você esta com febre. Fique deitado ai enquanto eu vou pegar um remedio. 
Deitei ele novamente e o cobri. Coloquei a cueca e desci para a cozinha. Quando subi entreguei a Akiro o remedio.
 - Fique deitado hoje. 
 - Espere Hiromi san. Você ainda não me respondeu, o que houve ontem? Eu não me lembro de quase nada.
 - Você saiu com o Len, para beber, e para variar acabou bebado, tive que ir livrar a sua cara, trouxe o para cá, você tomou um banho e tepois fizemos sexo.
 - Ah tá então foi iss... O que!?! Nós transamos. 
 - Mas, claro. Eu disse que não ia esperar muito tempo. Bem descanse.
 Sai do quarto e fui trabalhar.


Fim

  • Feita por Kamira

Arigato Kamira-san ><

domingo, 28 de abril de 2013

Quando o Amor acontece

CAPITULO 1

  Meu nome é Maycom tem 18 anos sou moreno claro de olhos cor de mel quase verdes cabelos castanhos
no onbros um deus grego  moro sozinho em um apartamento de luxo meus pais  faleceram quando eu tinha 
 16 anos na epoca so tinha eu e meu irmão que é mais velho que eu cinco anos e ficou comigo até eu completa   
18 anos e me deixo mora sozinho nosso pais era dono de uma empresa com a morte deles meu irmão assumiu a presidencia da empresa,
  Tenho cinco amigo os nomes deles são Wilian um rapaz da mesma idade que eu decabelos preto curto olhos azuis claro
e pele morena sendo clara ele é muito alegre e aventureiro sem fala que é muito namorado nunca ta sozinho sempre tem
uma garota bonita  com ele.
  Outro amigo é Bram, Bram é gay ele tem cabelos preto curtu e uma franja comprida olhos azuis turqueza a pele branca
e tem namorado a Bram tem 19 anos. 
   O outro amigo é Jonh ele é um rapaz alto de cabelos louro claro e olhos verde claro e pele morena tipo bronzeadae é
bisexual gosta tanto de garotas com de garotos.
   Outro amigo é Nick , Nick é um rapaz que tem cabelos louro escuro olhos cor de mel e pele clara ele é serio mais quando
estão junto é bem alegre e namaora uma garota que mora em outro pais.
   Outro amigo é Julian um ruivo de olhos verde esmeralda pele branca e um corpo escultura é namorado gosta de ta rodeado 
de garotas bonitas é o mais brincalhão do grupo

  No apartamento de Maycom a canpanhinha toca ele vai atende  é seus amigos 
 Maycom vamos fazer uma festinha no seu napartamento - diz Wilian
 Eu não acredito que você tão querendo fazer bagunça no meu ap - diz Maycom
 A vai ser legal ja liguei pra umas garotas e elas ja tão vindo - diz julian todo animado
 Como assim você ligou - Maycom irritado
 A não seja chato vai se legal - diz Julian pulando encima do amigo
 Maycom olha pra Wilian que ja ta acompanhado por uma garota  de cabelos preto longos e
olhos verde  muito bonita 
 Nosso quem é essa gata - diz Maycom 
 Essa é Melyssa gostou pode fica eu deixo -fala Wilian para o amigo mau sabe que Maycom esta se 
roendo pordento de ver Wilian acompanhado
Julian ligue pra garotas e fale que não vai ter festa nem um - Maycom esta irritado
Caramba você ta chato hoje Wilian vamos fazer no seu apartamento -diz Julian 
Wilian concorda e fala pra Maycom - ja que você não quer bagunça vamos la pra casa 
Maycom olhar pra Wilian com vontade de fuzila-lo e fala- que não ta pra festa 
Bram ja ta no sofa com o namorado e Nick sorrindo pois o amigos estão descutindoonde vai ser a
bagunça.
Jonh chega perto de Maycom e fala em seu ouvido - você esta com ciumes do Wilian
Maycom olha assustado pra Jonh que sorri de imediato tando varias gargalhadas
Wilian e Julian e os outros amigos fica sem entender nada só olhando e preguntando
o que foi que Jonh fala eles tambêm queria sabe


Maycom 


CAPITULO 2


                                    APRENDENDO A AMAR
     
      Sou Wilian rusquis, tenho 18 anos cabelos preto curto com uma franja caindo sobre os olhos, meus olhos é 
azuis claro sou moreno claro tenho cinco amigos que sempre estão comigo. Moro em um apartamento de luxo e 
sozinho meus pai morreran a um ano, eu tenho um irmão chamado Luan ele tem 22 ano e com a morte do nossos pai 
ele ficou responçavel por mim ate eu completa 18 anos e pela empresas da familia.
                    

     Agora vamos fala dos meus amigas um deles é o Bram dele tem 18 anos cabelos preto curto e franja comprida
olhos azuis turqueza e pele branca Bram é gay e é amigo de infancia de Wilian. 

    Agora outro amigo de Wilian dele se chama Jonh ele tem 19 ano é um rapaz alto de cabelos louro claro e olhos 
verde claro de pele bronzeada e é bisexual gosta tanto de garotas como de garotos.

    Outro amigo é Maycom, Maycom tem 19 ano é moreno medio cabelos castanhos no onbros olhos cor de mel quase verde
um deus grego e muito namorado.

    O outro amigo é Nick ele tem 18 ano cabelos louro escuro olhos cor de mel pele clara Nick é um cara muito alegre 
e o que sempre apaziqua as coisas.

   E por ultimo Julian , Julian tem 19 ano tem cabelos vermelhos olhos verde esmeralda pele branca Julian é muito namorado 
vive rodeado de garotas  e é galilha  fica com varias garotas em uma noite.

   O dia comece com Wilian na cama e do seu lado uma garota de cabelos ruivo dormino, Wilian levanta sem acorda a garota 
vai ate o banheiro fais sua hegiene matinal, e vai ate a cozinha quando chega na sala ve Nick jogado no sofa com uma garota
e Julian com duas no chão, dei risada vendo essa imagem. 
   Meu deus tenho que para com essas festinha no meu ap, mais cade os outros quando olha pra tras ve Maycom vindo em sua
direção com uma cara de ressaca.
   
    você ta mal- eu falo pra ele 
    ele me olha e se joga encima de mim e fala - olha só quem fala 
    mais estou melhor que você quer um remedio para dor de cabeça
    sim parece que minha cabeça vai explodi -diz ele 
    cade o Jonh - pegunto
    deve ta em um dos quarto com alguem só que não sei se é garota ou garoto - fala ele 
    mais você tava com uma garota onte cade ela - pergunta ele olhando para os outros na sala
    ela ta no quarto - eu falo virando pra cozinha
    ei o que você vai fazer 
    o café o que mais vai acorda esses preguiçosos - eu fala 
    é ta uma bagunça 
    não se preocupe - eu falo olhando pra tras 
    vocês vão me ajuda a limpa tudo pois a Ana só vem amanha
    como assim eu não posso tenho que visita uma pessoa - ele fala 
  
    A vai assim -fala serio
    caranba eu to com uma baita dor de cabeça - diz Jonh vindo pra cozinha
    vocês cairão da cama 
    não ja são 11:30 da manha -eu falo
    mais porque o Maycom ta de pé
    eu tenho um compromisso as 15:00 e não posso falta - diz Maycom
    a então da pra me ajuda e arruma esse bagunça - eu fala colocando as mãos na cintura
   ele sorri e fala - ta bom eu ajudo mais 14:00 eu tenho que ir
  eu to indo agora - fala Jonh 
  não pense que você ta de fora , porque não ta -fala eu
   cara mais eu não sei limpa nada - Jonh fala desanimado
  aprende agente não nasce sabendo -eu falo piscando pra ele 
   Wilian não faz isso por que eu não aguento e acabo te agarrando - diz Jonh sorrindo
  e vai pra sals acordando os outros dissendo - acorde bando de vagabundos 
  Nick da um pulo e fala - caranba da pra fala mais baixo minha cabeça ta doendo
  e Julian sai correndo em direção a Wilian e o abraçando e fala no ouvido de Wilian - queria ter dormido no 
seu quarto mais você é mal
  a serio quem sabe da proxima vez eu não o deixe - falo dando garganhada Julian tambem
  cade o Bram - pergunta Nick 
  ele foi embora onte mesmo depois que Jonh falo que realisaria todo os desejos de dele o namorado do Bram ficou 
irritado e quase foi pra cima do Jonh então Bram decidiu ir embora - eu fala 
   a que cara irritante eu só tava brincando agente sempre brinca assim - diz Jonh irritando
    mais você sabe que ele tem ciumes do Bram e você ainda o provoca - fala Julian
   quando os quatro amigos se vira seis garotas na sala dissendo que tem que ir embora eles se despede delas e elas foram
 embora. 
   eles varam toma cafe e começa a bagunça denovo a campainha toca
    sera que as garotas esqueseram alguma coisa aqui- eu falo indo abri a porta e dou de cara com Bram
    nossa a festa continua - diz ele sorrindo
    eu falo - só faltava você. 
   
  todos reunidos de novo e sabe o que vai acontece vocês só vão sabe no proximo capitulo
    • Feita por Carol Guandalini
    Arigato Carol ><

quinta-feira, 25 de abril de 2013

A Confissão

Parte 1 - A Confissão

Oito horas da noite, Estávamos no ambiente religioso igreja cristã. Eu (Felipe) e Alex, dois adolescentes,  sabíamos que tínhamos uma grande amizade, estava sentado ao meu lado com social e seu jeito um pouco tímido de sempre, Nós tínhamos um forte vínculo, nossa amizade era muito companheira, atenciosa e valorizada, e temíamos que fosse algo mais ou representasse um novo nível de relacionamento.
O Pastor surge no local se apresenta no palco, diz boa noite e inicia a palavra colocando a bíblia sobre o altar.
O tema proposto foi em Levíticos, falando como deus abomina a prática da homossexualidade, eu e Alex ficamos meio sem graça, não sabemos determinadamente o que sentíamos um pelo outro, mas algo em mim me chamava por ele, eu ainda tinha uma parte de mim receosa, de que não me aceitava e sabíamos que deus abominava isso. Enquanto o pastor me pregava me sentia ainda mais uma aberração, ele se expressava sobre o assunto pior do que o Silas Malafaia condenando a prática.
Logo em seguida, o irmãozinho do Alex chega nos assentos e mostra a ele a chave do Mustang vermelho que pertence ao tio dele. Calma, eu sei, de repente o irmão dele aparece com a chave de um carrão e entrega as mãos do Alex. Estávamos entediados e aborrecidos com a hora da palavra, Alex vira-se para mim me olhando com aqueles olhos doces me focando profundamente e diz:
- Bora dar uma volta?
- Demoro- respondi rápido
Saímos do local como se fôssemos ao banheiro, antes havia uma brecha, um muro e o pulamos. Alex aperta o alarme e o Mustang acende e apita, estávamos empolgados.
Eu não sei dirigir, portanto Alex senta no de motorista, chegamos tudo no Mustang, ligo a radio e ponho uma musica na radio mix FM, estava tocando a musica Greyhound, uma eletrônica.
Alex liga o carro com as chaves, o motor abrange um som potente, olhamos um para o outro e sorrimos logo então ele começa a dirigir sai da igreja da rua e entra na Avenida onde estava vazia e dirigíamos a um trecho da estrada saindo da cidade e entrando no meio da mata.
Éramos dois adolescentes numa avenida vazia com um Mustang supostamente roubado fugitivos da igreja, som alto e acelerados!
Quando via a estrada no meio da noite reparei no Alex dirigindo o Mustang, seu olho reluzia o relfexo da luz do luar sobre a estrada, ele era lindo tinha o cabelo arrepiado, era branco e cabelo castanho, tinha olhos castanhos claros, um pouco mais baixo que eu em altura e um sorriso que eu ficava totalmente sem jeito!
Ele olha e percebe que eu o estava olhando e sorri, logo em seguida olho para a estrada e começa a chover com umas gotas e a musica na radio troca, uma triste com violão, onde ele sabia tocar The calling stigmatized
Naquele momento apreciando a chuva e viajando na estrada sem rumo, não saiba por que meu coração acelerava se era pela adrenalina ou pelo acompanhante ao meu lado.
-Sabe Feh- ele me chama suavemente
- O que? – logo pergunto
- Eu tava pensando como o pastor estava totalmente ignorante aos gays, se Deus realmente é bondoso ele aceita toda forma de amor -
Impressiono-me um pouco com o comentário dele e logo digo
-Não tenho certeza se Deus existe, mas ele permite todo amor
- Porque comentou isso?- pergunto
Ele para o carro no meio do nada, estaciona, desliga o motor junto com o radio e o clima fica tenso do nada
- Eu estou gostando de um cara- olha para mim lentamente
Tenho uma impressão meio repentina e pergunto
- Errr quem? Como? –
- Eu só sei que gosto dele, esse momento por menor e inusitado que seja é importante para mim, eu falei isso para ele agora e está me olhando um pouco surpreso-
Fico um pouco surpreso. Ele tira o cinto, avança em mim e me dá um selinho logo diz
- Cara, eu te amo-
Depois que dou uma reação surpresa ficamos com os rostos bem próximos com os olhos dilatados olhando pra mim e com aquele sorriso doce dele.
Não consigo segurar e nos beijamos, sobreponho minhas mãos e meus braços nas costas dele e no cabelo o bagunçando todo, nos agarramos com a respiração forte, moldávamos nossas bocas uma na outra, estávamos literalmente selvagens como se descontássemos nosso desejo um pro outro há anos. O Afasto por um momento e digo.
-Cara, eu sempre fui apaixonado por você, eu simplesmente não queria aceitar isso, ser homo é difícil e não sabia se você sentia o mesmo-
- Feh, acredite que possamos passar por todas as barreiras e obstáculos, eu te amo e aceito por gostar de você, não vou obrigá-lo a nada, mas só quero tirar esse desejo de querer ficar com você, e quero você para sempre.
- Nunca passou pela minha cabeça que você gostava de mim, péssimo gosto você tem- ele ri
- Você mais ainda- me dá outro beijo
Logo em seguida, ficamos no banco de trás do carro deitados, o cabelo dele estava todo desajeitado (Risos), eu estava com a cabeça no colo dele deitado e ele um pouco sentado olhando para mim e dando revanche no cabelo.
- Nunca imaginei que fosse ficar com você, nós estamos namorando então?- pergunto
- Não ate eu oficializar e também se você quiser- disse ironicamente
- Eu quero muito, tudo que quero agora é você!
Resumi tudo meu mundo nessa frase, ele me beija lentamente, os sons do beijo nos deixava excitado, trocamos de posição me levantando e o agarrando, ele tira minha camisa e me continua a beijar, logo começo a desbotar a camisa social dele o beijando no pescoço, entramos no clima de sexo, ele me joga no banco e nos deitamos, ele estava sobre mim beijando meu pescoço, dando pequenas mordidas e cochichando no meu ouvido coisas eróticas, logo ele começa a descer no meu peitoral e beija lentamente meu mamilo direito. Logo abaixa minha calça jeans, abaixa minha cueca Box, segura meu pênis onde sinto a maior excitação e começa a chupar a cabeça, logo chupa o tudo. Depois de um tempo, o pego e o viro o jogo, repito as mesmas ações.
Na Relação, escolhi ser passivo (Uke) e ele ativo(Seme), ele introduz seu pênis no meu anus e começo a sentir um prazer intenso, o vidro fica embaçado de tanto calor que estávamos fazendo dentro do veículo, a chuva começa a parar e gozamos.
- Uau! Que experiência – digo, ele ri.
- Eu curti muito, ainda mais com você! – ele me diz com nossos rostos próximos.
-Vamos voltar porque é tarde e o culto está acabando – Nos vestimos, ele toma o volante de volta e pegamos a estrada.
Quando entramos na rua, o povo da igreja estava todos no lado de fora da rua e a maior agitação, Alex estaciona o carro e logo o tio dele chega raivoso o dando a maior bronca e como percutiu a igreja toda. Estávamos perante todo o povo querendo saber para onde fomos e por que. O Alex segura minha mão na frente de todos, o povo nos olha com olhar torto e de surpresos e logo diz.
- Me confessei ao Felipe, estamos namorando! – A partir daquele momento, nossas vidas mudaram..


Parte 2 – A fuga

Desde o momento que o Alex pegou minha Mão e confessou nosso relacionamento  na frente da igreja toda, o assunto percutiu um impacto em todos os membros, alguns pararam de vez de falar conosco e outros mostraram total ignorância ou vieram até nós falando da “cura gay”, passamos por coisas extremamente difíceis e nossos pais nos mandaram não nos vermos mais, só podíamos sair para a escola e cursos e se descobríssemos que nos vimos iriam cortar passatempos em casa, estávamos totalmente proibidos de nos ver.
Passou-se três semanas, meus amigos se restaram a apenas um com o boato corrido na escola e virei o garoto exilado da sala por ser o “viado”. Carol não havia nenhum preconceito e sempre me apoiou nas minhas atitudes, só me restou uma amizade onde a considerei a verdadeira. Estávamos no intervalo comendo no refeitório sentados
- Sinto falta dele Carol e é tanta coisa que passo ultimamente, minha mãe ontem me veio com um terapeuta para me curar de ser gay – debochei
- Relaxa Feh, porque você não liga para ele pelo menos ouvir a voz dele e você fica um pouco mais calmo? – me pergunta mastigando um hambúrguer de dar água na boca
- Meus pais confiscaram meu celular – digo chateado e olhando para o hambúrguer
- Quer um pedaço neh? – ela pergunta rindo
- Já que insiste – dou risada e ela me dá um pouco.
Terminamos o lanche e saímos para dar uma volta pelo colégio falando mais a respeito do assunto.
- Acho tão fofo o amor de vocês dois e o que vocês estão passando só por se amarem, eu tive uma idéia um tanto louca RS –
- Estou disposto a tentar – digo com entusiasmo
- Eu posso falar com ele por você e tentar aproximar de você de forma que não tenha autoridade dos seus pais –
- Tá dizendo fugir com ele? Não é muita loucura e clichê?
- Você ama ele?
- Sim – Respondo
- Insista, persista e consiga o que ama – filosofa Carol
- Mas como iríamos fugir, não temos nada do tipo financeiro, nos sustentar por aí, é muita coisa para organizar uma fuga fora o dinheiro que é o principal problema –
- Essa é a loucura que estou disposta a fazer na verdade-
- Como assim Carol?
- Minha vó me deixou uma herança de digamos muito dinheiro e posso dar uma pequena parte para que vocês comecem uma nova vida –
Arregalo o olho.
- Faria isso por mim?
- Para isso servem os amigos, e a história de vocês dois é muito kawaii –
Envergonho-me
- Para RS –
Dou a ele o endereço do Alex, e já que o pai dele não conhece Carol deixariam falar com ele, combinamos de pegar o ônibus para o Rio Grande do sul onde iríamos refugiar, Carol me dá a conta no banco em um dinheiro especifico e me dá em mãos uns 700 reais para imprevistos.
- Não sei como agradecer Carol, você é uma grande amiga, um dia espero fazer o maior favor para você também, sentirei sua falta – digo sorrindo
- Você tem meu facebook para manter contato e é bem que mande- diz rígida
- Claro, valeu Carol – Nos despedimos na porta da escola, abraço ela bem forte e agradeço de novo por tudo.
O combinado foi de eu comprar duas passagens para o Rio Grande do sul e me encontrar com ele ás duas horas da madrugada e partimos no mesmo dia.
Enquanto isso em casa fico preocupado nessa decisão, mas ficar com Alex é o que mais quero e Carol providenciou uma grande parte financeira para poder começarmos essa vida e livre das doutrinas dos nossos pais. Durante a Tarde, pego uma foto do Alex na internet e faço um desenho dele escondido dos meus pais, sombreio e fica bom, ponho minha assinatura e fico pensando se ele vai gostar.
Chega à noite, está tudo muito quieto em Casa, dou cada passo como se o chão fosse estraçalhar e cair num poço de lava abro meu portão de casa e vou em direção a rodoviária da cidade, sou um mochileiro no meio da noite. Compro as duas passagem e espero ele, o ônibus parti em 30 minutos se acontecer algo e ele não sei o que acontece.
Logo vejo ele no fundo da rua confiante, ele está com o violão dele nas costas uma pequena mochila na mão e na outra espera, um gato? Ele traz um animal de estimação para a viagem? Olho intrigado, mesmo assim mato minha saudade de semanas e o abraço bem forte fazendo quase cair as coisas dele.
- Cara, eu senti muito sua falta – Digo a ele.
- Eu também meu lindo- me diz feliz
Beijamos-nos descontando toda saudade, só que depois vejo algo arranhando minha barriga, paro o beijo e digo
- Ai – falo de dor
- Alex e esse gato? – Ele ri
- É o Joe –
- Joe? Você traz um felino para a viagem eles não vão deixar entrar com um animal, porque você não deixou com seus pais, e Joe? Seu violão por acaso tem nome também? –
- Depois de você, o Joe é a maior coisa que eu amo, se eu deixasse meu camarada lá, eles iam deixar o Joe num centro de controle de animais, não podia deixá-lo, meu violão também tem nome RS, mas não vou dizer, tenho vergonha, mas então está disposto mesmo em fugir e começar mos uma nova vida?
- Estou- falo firme- além de você só tenho a Carol de especial na minha vida, odeio minha vida agora que tenho você vejo um sentido nela e quero viver ao seu lado – confesso
Alex da um sorriso muito bonito, coloca o Joe na mochila e o esconde deixando a cabeça de fora, o gato era branco manhoso demais e me olhava com cara de capacho.
- Fiz um desenho para você – digo a ele
Reviro minha mochila e pego o desenho e o entrego, tentei fazer o máximo possível que consigo, ele pega o papel com delicadeza olhando cada detalhe do desenho.
- Felipe...está lindo- me olha de novo- eu adorei, vou guardá-lo com minha vida –
- Que bom que gostou – dou um sorriso – melhor partimos, esconda bem esse gato – me viro e começo a caminhar fechando minha mochila em direção ao ônibus
Alex segura minha braço e diz:
- Espere, tenho um presente para você também – o olho com entusiasmo
Ele deixa a mochila no chão com o gato, pega o violão das costas, tira a capa e posiciona par tocar.
- Compus uma música – pronto, eu sou que super tímido com isso, poderia ter virado um gelo no meio da rodoviária, pelo menos estávamos sozinhos lá no embarque.
Ele começa a tocar com uma melodia gostosa de ouvir, começa a se expressar no rosto de várias maneiras tocando o violão e começa a cantar para você leitor será difícil seguir a canção acompanhando com o ritmo que proponho, mas a canção dizia sobre uma nova ponte, novos caminhos, um novo amor que estaria para começar e sobre uma tempestade que referia ao que teríamos que passar pelo preconceito e pela nossa família a louca em busca da gente, a voz do Alex me deixava totalmente calmo, ele tocava e cantava super bem, naquele momento deixei minha vergonha de lado e comecei a me emocionar, quase comecei a chorar, ele termina calmamente a canção e par de cantar dando um fim lento com o toque do violão. Ele olha para mim e sorri:
- O que achou?
- A melhor canção que eu já ouvira – digo seriamente
Ele vira o violão nas costas e me beija em plena rodoviária a noite, com o poste de luz sobre nós, depois disso pegamos nossas coisas e nos sentamos no ônibus.
Sento-me no lugar da janela e vejo a cidade dizendo Adeus, o ônibus liga o motor e começa a andar, Alex boceja:
- Que sono, vou me deitar aqui – ela deita no meu colo e fecha os olhos, também não agüento e durmo ali mesmo.
Quando acordo, sinto uma coisa no meu colo, mas não era a cabeça de Alex e sim o gato dele arranhando e espreguiçando na minha região da cintura entende? Acordei de vez com dor e quase gritando jogando o gato longe, vi que o ônibus estava numa parada, era de manha, era um intervalo para o café da manhã, Alex provavelmente saiu para o Restaurante, pego o gato na força e o coloco de volta na mochila e saio do ônibus com o sol forte nos meus olhos e me cegando, ando como um zumbi em direção ao banheiro.
Saio do banheiro e vou ao restaurante e lá está ele, mas espera ele esta conversando com outro cara e parecia uma conversa bem interessante, ele me avista e me chama, vou ao local me sento-me à mesa com ele e o outro cara.
- Feh, esse é o Diretor da Rádio popular do Rio grande do Sul, ele me ouviu tocando para você ontem e me ofereceu um trabalho – me surpreendo
- Olá Felipe – me diz sorridente – Pode deixar que não tenho preconceito algum, mas reconheço o verdadeiro amor de vocês e Alex me falou tudo sobre a igreja, o mustang e a fuga de vocês e estou disponibilizando uma oportunidade para Alex, uma carreira solo-
- E o senhor quem seria? –
Ele ergue a mão para me cumprimentar e diz
- Alessandro, meu nome é Alessandro, muito prazer – nos cumprimentamos nas mãos e depois pego algo para comer, ficamos lá conversando sobre como e quando em que hipótese Alex poderia começar uma carreira como cantor
- Bom tenho que ir, vou deixar você pensando Alex, vou entregar meu cartão para você e aguardo sua resposta, estarei no Rio daqui a uma semana somente, até mais- ele acena para nos dois e sai do restaurante falando ao telefone, eu volto a comer o lanche
- O que você acha?
- É uma grande oportunidade, praticamente você está feito –
- Ele não comentou mas te mostrei o desenho que me fez, e ele achou esplendido e tem contatos da uma editora, você também poderia começar algum estágio ,algo do tipo- penso no assunto e vejo como as coisas estão indo de boas para melhores.
- Claro, isso seria ótimo- Acabamos de comer e voltamos ao ônibus, A Viagem é longa..


  • Feita por um amigo meu x3...

Arigato Fake o/

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O conto do colegio de Bran e Kimimaru

Parte 1

Bran 

Era um menino que perdeu os pais num acidente de carro, seus pais eram donos de uma imensa fortuna e só tinha ele de filho.
Ele tinha na época  9 anos e foi morar com seu tio Kimiru, que também era dono de uma imensa fortuna quando Bran completou 15 ano seu tio, ia se casar então Bran falou para se tio que ia mudar para um colégio que tive-se dormitório.
Seu tio não queria que ele saísse de perto dele, pois ele já tinha perdido os pais e só tinha ele de família mais Bran, já tinha tomado sua decisão; se matriculou no colégio Mimura, um colégio famoso pelo ensino.
Bran mudou para o colégio e seu tio pediu que ele liga-se todos os dias.
Quando Bran chegou no colégio percebeu que tinha algo diferente os meninos andavam abraçados, Bran não se incomodava pois gostava de menino.
Bran chegou no colégio anoite então ninguém o viu chegar.
O diretor resolveu deixar Bran aquela noite no quarto de reserva, no dia seguinte Bran chegou na sala de aula, quando entra na sala todo mundo parou, pois Bran tinha uma beleza desconsertante cabelos negros curtos com uma franja comprida pele branca como neve, olhos azul turquesa corpo bem definido era o mais belo dali, não que os outros meninos não fosse bonito mais é que só de olha as pessoa pensava que ele não era desse mundo que era um anjo caio do céu o professor, apresentou a turma e pediu que ele se senta-se  no luga apontando ao assento atrais de um garoto de cabelos longo loiro prateado, voltando a aula
 o professor continuou a lição no fim da aula, dois garotos vem fala com Bran o nome deles é Akira e Tobi.

- Ola eu sou o Akira e esse é o meu colega Tobi

- Oi

- Você ta em que apartamento?

- Eu to no apartamento A38 no bloco A

- Não acredito você ta no apartamento do Kimimaru o campião em Judo

- Todos os meninos queria te ficado neste apartamento mais ninguem conseguiu

- Porque?

- Porque ele é o banbanban do colegio que nem você vai se

- Como assim eu vou se

- Você é bonito

- E o que qui tem todos aqui são bonitos

- Mais não são como vocês

- Eu não tou entendentedo nada

- Você vai ve

Vou para meu apartamento agente se ve amanha eu tenho que coloca as minhas coisas no lugar e ainda tenho que liga para  meu tio.
Indo para o apartamento Bran vê um garoto brigando (Bran fica pensativo sera que alguem vai arranja briga comigo ainda bem que eu fiz aulas de karate no outro colegio); chegando no apartamento ele percebe que não tem ninguém,  meia hora depois ve quatro garoto entra no quarto um deles era o que estava brigando ele foi ate a cama ao lado e sentou  mais o mais estranho é que ele nem reparou que eu estava la, depois de 20 minutos que eles me viram.

- Quem é você?

- Eu sou Bran aluno novo

- De qual sala

- Do segundo ano B

- Estamos na mesma sala

- O meu nome é Kimimaru espero que você consiga dura mais tempo que os outros

- Que os outro como assim ?

- Os garotos que vem para meu quarto não passa uma semana

- Seu quarto eu acho que você quer dizer nosso quarto

- você não tem medo de apanha moleque ?

- Porque teria?!

- Se você sabe lutar eu tambem sei

- Você tem coragem

- Kimimaru não vai a prezenta seu novo colega de quarto ?

- Wiki se você quise pode leva po seu quarto eu não me importo

- Bem que eu queria

- Eu tambem quero ele , ele é uma gracinha

- Colde você tambem pode levalo

- Só o Enzo não vai quere, não se interessou?

- Eu tenho mais o que fazer toque fica brigando por alguem

- Você são tão idiota e quem falou que vou mada de quarto

- É Kimimaru agente vai nessa

- Vocês vão no  barzinho hoje?

- Vamos  aqueles garotos vão ta la e agente fais a festa, ei Bran vamos com agente?

- Olha só tão me vendo agora.

- Você é uma graça

- Não to vendo nenhum palhaço aqui

- Eai vai ou não vai

- Não obrigado eu tenho que arruma as minha coisa

- Se você quise agente te ajuda

- Seria de grande ajuda

- Ah então ta decidido agente vai te ajuda

- Obrigado

- Nossa você é faixa preta em karate

- Sim, porque?

- Nosso colegio tem aula de karate , você vai entra ?

- Não

- Porque ?

- Porque eu ja cansei de luta.

- Olha só quanta medalhas você tem.

- Você deve se bom.

- Eu sou bom mesmo.

- Você é muito convencido.

- E você é o dono do mundo eu só disse que sou bom no que sou bom.

Depois de um bom tempo Kimimaru vai toma banho quando sai ve que seu colegas ja tinha ido embora; a seus amigos falara que te espera na entrada do colegoi

- Você não vai ?

- Você quer que eu va ?

- E eu só perguntei

- Não precisa fica vermelho

- Eu não estou vermelho

- Ta bom você ta dizendo

-  Ta agora falando serio porque você não que mais luta

- Eu comecei a luta como terapia para consola a morte dos meu pais

- Serio?

- Sim

- E funcionou. No começo eu ache que não mais quando me dei conta eu ja tava vencendo torneio a torneio

- Desculpe te fazer lembra do seus pais

- Esquece eai ta de pé a ida a o barzinho, calma ai agente é de menor, eles deixa entra?

- Sim vai toma um banho e eu te espero

- Ta bom só tenho uma pergunta...

- Fala..

- Porque você é o banbanban daqui?

- Hein?, banbanban como assim?

- Os meninos da sala falaram

- Aqueles idiotas

- Não fique com raiva

- Tudo bem

- Vai toma banho...

No banheiro Bran tava tomando banho quando ouviu um barulho vindo do quarto ele pegou a toalha e se embrulhou e foi ver o que era aquele barulho, chegando no quarto ve um menino discutindo com Kimimaru falando que gostava muito dele e ele tinha que ficar com ele, que não ia deixar ele ficar com mais ninguém.
Kimimaru estava com os olhos de um assassino eu vi a hora que Kimimaru ia mata aquele menino tive que agir rápido corri até Kimimaru e fiquei de costa pra ele olhei para o menino e falei.

- O que ele faz aqui eu falei pra você termina tudo com ele você não fez - virei e olhei para Kimimaru dando uma piscadinha

 Kimimaru ficou sem entender nada e o menino pegou e falou.

- Eu não acredito em você

Naquela hora eu tive que pensar rápido vire e disse - Você so acredita  vendo então eu vou te mostra -
virei para Kimimaru e lasquei um beijo de lingua bem apaixonado e falei entre os dente "me beija tambem se não ele não vai acreditar"
Kimimaru me beijou intensamente eu ja estava sem folego, quando nossas boca se separaram minha pernas tremulas meu coração acelerado, meu corpo querendo mais não conseguia manda no meu corpo Kimimaru tava com um olha que queria me devorar e o beijo se repitiu denovo.
Kimimaru começou a passar as mão no meu corpo para conhecer cada cantinho, aquilo foi me deixando cada vez mais exitado em um estado que eu ja não era dono do meu corpo, quando senti meu corpo cai na cama empurrei Kimimaru e corri para o banheiro e tranquei a porta depois de alguns minuto Kimimaru
bate na porta pedindo desculpa e pedindo para agente conversa na hora eu não queria conversa eu só queria fica sozinho e pedi para ele sai com os amigos deles, mais ele disse que ia me esperar porque agente tinha marcado de sair todos juntos. Na hora eu congelei não queria ver ele... voltei para o banho quando
escuto Wiki falando se faltava muito ai eu falei que estava muito cansado pra sair, que ele podia ir que eu ira na proxima quando escutei a porta fecha saio do banheiro coloquei minha roupa de dormi peguei meu celular e liguei para meu tio conversamos depois peguei no sono, por volta de 3 horas da manha Kimimaru chega; para de frente a minha cama e fica me olhando depois vai no banheiro e volta para o quarto e deita na cama dele.

Parte 2


  No dia seguinte Bran acorda abre os olhos lentamente e ve Kimimaru olhondo pra ele com um olhar de curiosidade Bran leva um surto e levanta da cama com tudo e cai no
chão.

- O que você ta fazendo? - Pergunta Kimimaru dando risada

- Nada só levei um susto você olhando pra mim do nada - diz Bran

- Já ta na hora de ir pra aula você vai se atrasa se não anda logo - diz Kimimaru saindo do quarto

 Bran olho ele sai e pensa (ainda bem que ele não tocou no assunto de ontem) saindo do quarto Kimimaru ve o menino que era apaixonado por ele olha pra ele coma cara triste, Kimimaru começa a pensar (o que foi aquilo ontem porque Bran fez aquilo e porque eu to sentindo vontade de beija-lo de novo? Isso ta me deixando louco o que esse garoto tem que me faz deseja-lo?) Wiki chama Kimimaru e ele sai de seu pensamento.
Wiki fala para Kimimaru - você ta distraido o que aconteceu?

- Nada- diz Kimimaru

- Como nada? Você não é assim

- Eu só estava pensando

- Pensando no que?

- Nada Wiki

- Cara hoje você ta chato, eu acho que vou chama o Bran pra toma cafe com agente

- Faça como quiser eu to indo te vejo no refeitório

- Ei espere estamos na frente de seu quarto
- Vai logo

- Ta cara- Wiki entra no quarto Bran ja ta arrumado Wiki diz- vamo toma cafe

Bran diz- tudo bem eu ja me arrumei podemos ir- saindo do quarto ve Kimimaru esperando os dois, tudo que Bran não queria era ver Kimimaru.

- Anda logo não temos o dia inteiro pra toma cafe - diz Kimimaru irritado andando na frente

Wiki olha pra Bran e diz- o que aconteceu ele esta tão irritado você brigaram denovo?

- Eu não briguei com ninguem- Bran diz olhando para as costa de Kimimaru e pensa (se você soube-se o que pensaria? que sou atirado e que fico com qualquer um? sera que Kimimaru esta pensando isso?)

- Oi Bran você vai tome cafe com agente?- diz colde e enzo fica calado só olhando Kimimaru irritado enzo vai fala com Kimimaru

- O que aconteceu você ta irritado vocês brigarão de novo?

- Caramba todo mundo vai fica pegando no meu pé e você tambem enzo?

- Cara você precisa descarrega e aquele garoto que gosta de você o nome dele é Masuki ele pode te ajuda

- Cara não vai da ele veio se declara pra mim

- Não me diga

- Depois agente conversa

- Ta bom depois da aulas ta bom?

- Ta eu to precisando conversa com alguem ou então eu vou fica louco

- To vendo que as coisas não estão boas entre vocês dois

- Cara agente conversa depois

- Tudo bem te vejo depois agora eu tenho que resolve um assunto com aquela pessoa (é não da pra continua do jeito ta eu preciso resolve o mais rapido possivel)

- To vendo que você vai termina com ele

- Não da mais o misako ta frio demais

- Agente conversa ta

- Ta bom

- Vamos pra aula

Na sala de aula Bran senta no seu luga e a sua frente o garoto de cabelos longo loiro prateado  ele pega e se vira e fala com Bran

- O meu nome é misako

- Prazer em conhece misako

- Desculpa por não ter me apresentado antes é que eu estava com uns problemas

- Já resolveu?

- Não mais acho que hoje eu resolvo

- É grave?

- Mais ou menos

- Posso ajuda?

- Acho que não

- Me diga talvez eu possa te aconselhar

- Depois da aula agente conversa ta?

- Pra mim ta bom eu não tenho nada pra fazer -diz Bran

Enquanto isso Kimimaru fica olhando os dois garoto conversa e pensativo ( sera que Bran sabe que misako é namorado de enzo)
No fim das aulas Bran sai com misako os dois vão pra debaixo de um das arvores do campos e se senta

- Bran você sabe que a maioria do garoto aqui são gay praticamente 99 por cento..

- Eu percebi assim que cheguei

- Então eu namoro um garoto chamado enzo

- Ein enzo?

- Você o conhece ?

- Acho que sim se for o mesmo

- Aqui no colegio só tem ele que se chama enzo

- Então eu o conheço  mais nunca conversamos

- Ah claro que você conhece você ta no mesmo quarto que o melhor amigo dele

- Deve ta falando do Kimimaru

- Ele mesmo, sabe eu acho que o enzo tem outra pessoa

- Porque você acha isso?

- Porque eu fiz um teste com ele

- Que tipo de teste?

- Eu fiquei frio com ele e ele nem reclamou

- Talvez ele ache que você tem outra pessoa

- Como assim? eu...

- Você se afastou e não ele

- Serio você acha que ele pensa isso?

- Se eu fosse ele eu pensaria isso vou te conta uma coisa que aconteceu ontem

- O que?

- Eu cheguei no quarto ontem e não tinha ninguem la comecei arruma as minhas coisas e de repente chega um quatro garoto e Kimimaru olha pra mim logo começa a encrenca comigo e Wiki e Colde quer que eu va para o quarto deles Kimimaru fala que  não se importa eles falava como se eu naõ estive-se ali eu fiquei pe da vida então Kimimaru olhou para enzo e falou que só ele não queria enzo, disse que tinha mais o que faze do que fica brigando por alguem.

 - Ele falou isso serio?

- Sério eu acho que você o esta afastando de você..

Em outro lugar está Enzo e Kimimaru começando a conversa:

- Eai Kimimaru, o que é que ta te deixando irritado?

- Aconteceu uma coisa ontem anoite que esta me deixando perturbado

- O que foi?

- Sabe o garoto, masuki?

- Sim

- Ele veio ao meu quarto ontem anoite  e começou a se confessar pra mim, quando eu fale que não queria relacionamento com ninguem ele começou a falar que se eu não fica-se com ele, eu não ficaria com ninguem aquilo me deixou pe da vida senti vontade de bater nele ate ele sangrar aquele moleque querendo manda em mim cara eu fiquei louco da vida.

- Eai o que você fez?

- Na hora que eu ia pra cima ele o Bran entrou no quarto e veio ate onde eu estava e me deu um beijo

- Um beijo?

- Sim na hora eu não entendi nada mais ele falou pra eu o beija se não o garoto não ia entender

- Eai cara como foi o beijo?

- Cara não da pra explica, foi ofegante quando vi ja tava encima dele na cama minhas maos passearão pelo corpo dele eu não conseguia raciocinar direito só desejava possui-lo

- Cara e ele?
    
- Me empurrou e saio correndo pro banheiro e trancou a porta

- E agora o que você vai fazer?

- Não sei não sei se falo com ele ou fico na minha

- Eu vou te contar uma coisa mais você vai ter que promete que não vai fala pra ninguem

- O que foi?

- Tem aver com o Bran

- O que é cara ta me deixando nervoso, o que é fala logo

- Ontem quando chegamos no seu quarto e eu vi o Bran fiquei quieto, você depois de um tempo que percebeu que tinha alguem ali eu percebi que conhecia ele de algum lugar

- De onde você conhece ele?

- Minha irmã ele tem um fãn clube dele

- Como assim um fãn clube?

- Ele é pop star

- E como eu não o conheço?

- Ele esplodiu no final do ano passado e é mais conhecido pelas garotas elas ficão loucas por ele

- Ele é tão famoso assim?

- É sim minha irmã é mais venha que eu e é louca por ele e olhe que ele tem a mesma idade que agente

- Eu não acredito que ele é tão famoso assim e ta aqui neste colegio

- Kimimaru este colegio é o melhor colegio do pais é claro que ele ficaria  neste colegio para termina seus estudos

- Você me pegou de surpresa com essa  mais como você tem tanta certeza é que eu pedi uma foto dele atualizada para minha irmã, ela me mandou a ultima foto que conseguiu dele mais me pediu para não revelar para ninguem pois ela prometeu pra ele que não mostraria

- Porque ela teve que promete

- Porque ele iria para um colegio e precisava mudar o visual pra não ser reconhecido

- A e o que você falou pra ela para pedi uma foto?

- Eu falei que meu namorado era fañ dele

- Não acredito mais não foge da verdade

- Como assim não foge da verdade

- Eu vi como eles se deram bem hoje na aula eles não param de conversa e sairão juntos da sala

- Como assim sairão juntos?

- Cara só saíram

- Sera que Misako o conhece?

- Vai sabe, pelo jeito que conversava pareciam bem amigos

- E onde eles foram? pro campos acho que estão la

- Vamos la

- Vamos

Os dois sairão para o campos do colegio chegando la viram Bran e Misako rindo alto Bran tava falando algo engaçado.. Então Bran pegou o violão e começo a tocar, Misako ficou obicevando Bran cantar, Kimimaru e Enzo de longe olhando ate decidir ir ate eles.
Chegando la Bran parou de cantar e falou oi para os dois Enzo olhou e falou oi tambem e Kimimaru tambem
Misako diz- você sabia que Bran canta muito bem e alem de cantar eu componho musica

Enzo perguta pra misako- vocês ja se conheciam?

Misako diz- não mais é como se agente se conhece-se

Como assim? -diz Enzo

Bran diz- não precisa fica com ciume eu não to enteresado no seu namorado

- O que?

- Não precisa escoder Misako ja me contou que vocês são namorados

Enzo fica sem jeito

-Ja que ta todo mundo conversando abertamente que tal Bran você falar de você -Enzo da uma cotovelada em Kimimaru

- Como falar sobre mim?

- Nada não

- Vocês estão falando sobre Bran se um astro pop

- Como você sabe? -diz Enzo

- Eu sei porque eu acompanho a carreira do Bran deis que ele tinha 9 anos

- Como assim deis que ele tinha 9 anos?

- Ele era meu vizinho

- Como?

- Agente costumava brincar e brigar muito mais 3 anos atras Bran mudou e perdemos contato

- Caramba quem diria que te encotraria aqui

- É mesmo

- Agente costumava levantar a saia da menina na escola, meu tio sempre era chamado mais era legal ele sempre brigava com a professora porque ela colocava você de castigo

- Ate hoje ele é assim ele - derepente o celula de Bran toca -falando nele -Bran atende - oi tio o que como assim não vai casa?

No outro lado o tio fala que não quer ficar longe de Bran

- Tio ta na hora de você construir uma família
- O tio de Bran fala - mais eu quero contruir uma familia com você
- Tio para com isso a Ana é legal e otima pra você
- Mais eu quero você
- Eu vou desliga
- Bran eu vou ai te busca
- Nem pense em fazer isso
- Ta bom mais final de semana que vem você vem fica comigo ta
- Ta bom eu vou mais você vai casa com a Ana
- Eu não vou
- Vai sim e pronto tchau
Olhando pra os garotos que o olhava com espanto

- O que foi?

- Nossa você não mudou nada continua falando com seu tio como se você fosse o adulto e ele a criança

- Ele age como uma

- Então continua legal como sempre

- Não agora ele ta mais grudento

- Que eu saiba ele sempre foi grudento

- Mais agora ta mais ele tem que se casa e larga do meu pé

- Isso não vai acontece você viu o que ele falou para nossa professora, que só a morte o separaria ele de você quando ela falou que você precisava de diciplina e ele não era e pessoa indicada ele ficou louco da vida quase avançou nela, ela disse que ele era louco e acabou te suspendendo por uma semana

- Ah que semana grudenta meu tio não me deixo em paz

- E pelo jeito não mudou

- Não
 Kimimaru olho para Enzo e falou -que relação mais estranha você tem com seu tio

- Não é estranha ele só é super protetor, eu ja perdi meus pais e ele acha que se se casar eu vou me senti só

- Ata se é isso que você acha quem sou eu pra discordar


  • Feita por Carol Guandalini

Arigato Carol >.<



domingo, 14 de abril de 2013

Esconderijo do Amor

Hiroki £ Monoka

Hiroki é um homem em seus plenos 20 anos, com cabelos longos vermelhos que combinam muito bem com seus olhos verdes esmeraldas e sua personalidade destemida.
Monoka é o dono de uma grande empresa chamada Kawamari que fica na região de Tokio, com seus lindos cabelos roxos claros curtinho e seus olhos azuis cor do mar, tinha desde criança o dom da persuasão e se dava muito bem por isso. Sua altura e porte físico o ajudavam muito na liderança da empresa e nos problemas de dividas ou algo do tipo.

1° Capítulo: A vida curta de Hiroki

O despertador toca...
Que barulho irritante...
Levanto devagar minha cabeça do travesseiro abrindo os olhos com dificuldade, enxergando nada mais que um raio de luz que vinha da janela retangular ao lado da cama.
- Hoje é sexta, ainda bem - Minha voz saindo meio rouca, escondo o rosto novamente no travesseiro que tem o irritante cheiro do meu ex-namorado."Isso mesmo, eu gosto de homens, sempre gostei" faço uma careta.
Ouço a campainha tocar frequentemente, ignoro fechando os olhos novamente e o som irritante não acaba, me sento na cama pensando se devo levantar.
- Hirokiii!! - salto da cama com o alto grito vindo da porta da frente - Hiroki abra agora está maldita porta, você tá atrasado.
Suspiro colocando a cabeça entre as mão estendidas.
- Já to indo Monoka-san.
Ando até a porta pensando em como deveria estar a expressão dele neste momento, dou um risinho. O encaro enquanto abro a porta.
- Não me olhe assim querido. - Passou a mão pelo meu queixo levantando meu rosto em direção ao dele, me olhava carinhosamente, me fazendo desviar o olhar envergonhado.
- Monoka-san, po-poderia se afastar um pouco?
- Por que?
- É que...
- É que? - Deu uma risadinha se aproximando mais, dando pra sentir sua respiração. "Ah quero essa boca na minha" penso desviando o olhar.

"Eu conheço Mono-san a muito tempo, especificando... desde o colegial, na época ele foi fazer uma visita ao meu colégio em busca dos 10 melhores alunos da escola para trabalhar em sua empresa. Naquele tempo ele era um jovem chefe de apenas 20 anos, teve que assumir a presidência da empresa cedo pois seus pais faleceram e ele era o mais velho de seus irmãos. Após várias semanas finalmente foram escolhidos os tals 10 alunos, e é claro... eu não fui um deles kk.
Afinal no colégio eu não passava de um vagabundo que se importava apenas com cigarros bebidas e sexo, não ligava para nada nem para ninguém.
Quando Mono-san finalmente estava indo embora quatro meninas o cercaram no portão oferecendo-lhe chocolates, presentes e flores, ele sorriu gentilmente.. ele sempre faz isso quando está sem jeito, mas na época eu ainda desconhecia esse fato.
Não sabia direito porque mais aquela cena me incomodou e acabei correndo em sua direção e fingindo precisar de uma ajuda urgente.
Mono-san me agradeceu com um sorriso satisfeito e na hora eu pensei "Esse cara até que é bem bonito" e passamos a tarde toda com ele me agradecendo tanto a ponto de me deixar irritado. Quando tive esse pensamento inofensivo ele me convidou para beber e passar uma noite divertida nós dois juntos.
E francamente eu já tinha uma vontade de conhece-lo e conversar com ele, apesar de não ter conseguido prever oque aconteceria naquela noite."

- Hiroki? - Mono-san me cutucou no ombro, acordando-me do devaneio.
Senti meus olhos arregalarem por estar pensando naquele momento no passado que tive com Mono-san, desviei o rosto sacudindo a cabeça.
- Monoka-san me desculpe, mas hoje não irei trabalhar, não to me sentindo muito bem.
Abaixo os olhos tentando esquecer do passado.
- O que você tem Hi-chan? Você sabe que tem uma saúde delicada.
"Não acredito que ele me chamou desse jeito de novo" levanto a cabeça assustado sentindo as lágrimas saindo dos meus olhos. "Por que? por que quando estou tentando esquecer dele, ele tem que me chamar assim? Por que quando estou tentando superar tudo ele me olha desse jeito gentil e carinhosamente?"

"Desde criança a minha saúde é delicada, os médicos uma vez disseram que eu viveria apenas até os 22 anos, desde essa época eu tenho aguardado ansiosamente a morte inevitável, para mim não seria muito ruim morrer.
Minha vida não foi la muita coisa, pais separados e brigas constantes dos dois lados oque acabou prejudicando mais minha saúde já tão fraca. Meus pais nunca notaram como ela é frágil  minha mãe talvez tenha notado mais meu pai é impossível um diálogo decente com ele. Se recusava a me levar no médico e eu sempre fui alvo da culpa e do peso que os dois empurravam sobre mim com tanta facilidade sem levar em conta meus sentimentos, que por acaso são muitos.
Mas tudo isso mudou quando fiquei com Mono-san, senti como se meus problemas não mais importassem e as vezes quando passávamos muito tempo juntos sentia como se os problemas não fossem meus. Mas apesar de tudo, eu ainda me lembrava que iria viver só até os 22 então decidi terminar com Mono-san antem de perder a consciência da realidade inevitável e deixasse ele na escuridão da solidão."

- Não chore Hi-chan, sabe que detesto te ver chorando.
mono-san me olhou fixamente como se estivesse com uma dor insuportável, aquele olhar me paralisou  Ele se aproximou mais encostando seus lábios nos meus pressionando com força porém delicadamente, não consegui impedir só pude me render pondo meus braços em volta de seu pescoço aproximando nossos corpos quentes.
- Hi-chan - Ele sussurrou fazendo-me arrepiar - Pode me levar pra sua cama?
Exitei pegando sua mão, o levando em direção ao meu quarto.
- É do jeito que eu lembrava. - Ele observava cada canto do quarto com cuidado sorrindo a cada coisa dele que ainda estava no lugar em que ele deixou.
Quando me viro o vejo na cama me chamando com a mão dando tapas leves em suas pernas, me aproximo exitante. Subo e sento sobre suas pernas sentindo seu pau ficando duro.
- Mo...Monoka-san você está... - Coro.
- Você me deixa assim Hi-chan - Me olhava fixamente.
- Isso não tem mais graça Monoka-san. - Ele acariciou meu rosto puxando meu corpo pela nuca.
- Não me chame tão formalmente.
- Mo...Mo...Mono-sa-san.
- Melhorou. -Sorriu safado me olhando como se fosse me devorar.
Passou a lingua por cima do meu lábio que no mesmo segundo estremeceu.
- Mono-san...eu...não quero isso.
Começou a acariciar meu peito com suas grandes e quentes mãos, agarrando minha cintura.
- Vire seu corpo Hi-chan, quero ficar face-a-face com você.
Sinto meu corpo esquentar me virando devagar, coloco as pernas envolta de sua cintura o olhando fixamente.
- Ah! Hi-chan. - Soltou um gemido, sussurrando meu nome. "Não quero isso...Se Mono-san continuar, eu vou acabar me... apaixonando de novo... não quero isso." Sinto lágrimas saindo dos meus olhos que se fechavam com força.
- Mono-san, eu não sei se isso é uma boa idéia.
- Hi-chan... eu nunca quis terminar com você, foi necessário, você mesmo me disse. Eu sei disso mas... quero estar com voicê, nem se for só por hoje.
Me abraçou bem forte com a cabeça em meu ombro. "Ele parece uma criança pedindo colo, não adianta...não consigo recusá-lo".
- Tudo bem Mono-san... eu... até hoje, te amo.
Mono-san levantou a cabeça devagar, pôs suas mãos em meu rosto. "Ah! Como senti falta de suas mãos". Aproximou-se encostando seus lábios nos meus, me beijando mais intensamente, fazendo meu corpo estremecer. "Só ele consegue me exitar só com um beijo".
- Hi-chan, seus lábios, seus mamilos, suas pernas, como senti falta do seu delicioso corpo.
Corei instantaneamente ao ouvir suas palavras... "Mono-san tem coragem de dizer coisas muito embaraçosas, mais me encanta de um modo inexplicável.
- Hi-chan... posso tirar sua blusa?
Me surpreendi com a pergunta levantei os braços e ele retirou vagarosamente minha blusa, soltei uma respiração forte que se prendia em meu peito. Ele abaixou a cabeça roçando seus lábios em meus mamilos, passei a mão por seu cabelo e ele começo a mordiscar devagar, abrindo a boca e fechando com força em meus mamilos me deixando exitado com eles duros.
- Mono-san.
Não consegui emitir mais nenhum som...Eu o amava...Não queria estar longe dele.

"No dia em que fomos jantar e depois beber, eu acabei bêbado e desmaiei, Mono-san me carregou até sua casa, ele cuidou de mim...Depois de um tempo acordei com uma ótima sensação, meu pau estava muito quente. Levantei a cabeça e quando olhei para baixo, vi Mono-san passando a língua por todo meu pênis e o que mais me surpreendeu era o fato de eu estar duro e com muito tesão, praticamente gozei só de olhar para a cena. Ele notou que eu acordei e então sentou sobre meu pau, me fazendo gemer e apertar os olhos, estava com vergonha, mas Mono-san passou a mão pelo meu rosto "um velho hábito dele".
- Me desculpe... Não resisti... Tentei me conter... Juro - Deu um sorriso se aproximando do meu ouvido passou a língua na ponta dele sussurrando. - Mas você estava tão sexy naquela posição, se esfregando nos lençóis... Realmente não resisti... Entre pedir permissão e pedir perdão, prefiro a segunda opção.
Eu até riria da frase, se não estivesse a ponto de perder com as roçadas de Mono-san.
Ele abaixou seu rosto lambendo meu pescoço devagar dando um chupão, soltei um gemido corando no mesmo momento. "WAHH! Essa voz foi minha?". Ele ria e lambia meu mamilo esquerdo torcendo com a mão o direito. Desceu mais passando a mão pela minha perna a subindo em seu ombro, dando uma mordida na minha barriga me fazendo arrepiar e querer que ele me fizesse sentir mais e mais prazer.
- Mo-Mono-san... - Parei de falar quando senti sua boca na ponta do meu pau que pulsava rosado, ele começou a chupar fortemente e acabei gozando apertando seu cabelo. - Po-por-por que fez isso? wuahh!
Ele levantou minha outra perna descendo a cabeça lambendo meu cu enfiando o dedo.
O olhei e ele abriu o cinto com a língua pra fora lambendo os lábios sussurrando com um sorriso malicioso.
- Vou entrar.
Senti seu pau grosso entrando no meu cu, naquele momento senti dor e gritei, ele me pegou no colo me beijando e enfiando tudo de uma vez sorrindo.
- Vai parar de doer, é só você relaxar.
Enfiou mais fundo e invés de dor, dessa vez foi um prazer incomum que invadiu meu corpo. Comecei a ficar quente e suar sentindo a temperatura aumentar a cada estocada que ele dava, eu gritava de prazer arranhando suas costas...
Fizemos várias vezes naquela noite, meu corpo ficou completamente marcado, cheio de chupões."

Parei subitamente puxando o rosto de Mono-san com os olhos arregalados. Ele ficou me olhando com a sobrancelha levantada.
- Que foi?
- Mono-san quer voltar comigo? - "Se eu parar para pensar passamos 4 anos juntos e 1 ano separado, mesmo que eu morra amanhã quero que ele seja meu para sempre, pelo menos em seu coração como uma pessoa inesquecível."
- Mais é claro Hi-chan, eu até hoje te amo muito, e você sabe disso - Ele sorria calmamente como se a dor em seu peito tivesse aliviado.
O beijei intensamente como se estivesse com sede de sua boca.
E desde esse dia voltamos a ser como éramos antes...

Até o fim inevitável....


Continua... Aguardem...