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domingo, 29 de junho de 2014

Estações - 4

Outono PT IV


Eu apenas murmurei mesmo sendo idiota, me senti muito mais idiota quando percebi que Ukyo avia ouvido, as garotas ainda estavam dormindo.
-Eu farei qualquer coisa, para ficarmos juntos, para sempre.
 Ele falou baixo com um sorriso nos labios.
-Você e idiota, por acaso...
 O celular dele começa a tocar, para não ouvir tal conversa, com tal alguem, começo a procurar a chave do apartamento, entretanto não acho, as meninas ainda não acordaram. Quando Ukyo terminou a conversa, começou a me puxar pelo braço ate o quarto dele,  não conseguir falar muita coisa, minhas pequenas palavras viraram pequenos barulhos não ouvidos.
-Em primeiro lugar - começou apos fechar a porta - Você sabe que eu te amo ne ?
-Isso e o que você diz.
-Sabe meus pais querem que eu me mude para longe daqui.
 Com uma pose seria, essa palavras, por algum motivo minha respiração virou arame, começou a doer respirar.
-E...?
 Continuei serio, e ele igualmente começou de novo a falar
-Eu estou menho que sendo obrigado a ir.
-E dai.
-Você lembra que eu disse que descobriria seu verdadeiro coração ? 
-Sim.
-Eu não quero ir sem descobrir.
-Você nunca vai saber.
 O quarto se silenciou por um segundo, eu podia ver nos olhos de Ukyo, estava desesperados em busca de uma resposta mesmo com a postura seria, por ele o silencio e quebrado:
-Sabe quando você desmaio tive o prazer de ver seu pequeno corpo...
 O silencio inundou o quarto novamente, não consegui pensar em nada para falar, novamente, ele continuo:
-Gostaria de saber, por que ele e cheio de cicatrizes ?
-Eu cai de um barranco quando pequeno. 
-Não pode ter sido isso.....
-O que lhe da tanta certeza ?
 Meu tom começa ficar mais ignorante, e realmente muito ruim lembrar do meu passado.
-Yoru, seu pai te batia quando criança ?
-Isso não diz nada a seu respeito.
 Comecei a andar para sair do quarto, mas fui impedido, Ukyo agarrou meu braço o que estava machucado doeu, mas não fiz qualquer expressão de dor, então uma pergunta foi jogada no ar:      
-Por que não me evitou depois do beijo ? 
As palavras reuniam-se na minha garganta mas morria antes de chegar aos lábios, não falei nenhuma palavra.
-Por que ?
 Repetiu a pergunta, mas sem resposta.
-Eu quero simplesmente ir embora. 
Enfim disse, com um pequeno suspiro.
-Yoru...
Ele me empurra para uma estante de livros, desde quando ele esta mais forte ? E sussurra, bem perto do meu ouvido:
-Eu não quero você distante, e, mesmo que se recuse admitir, eu sei que bem no fundo, bem no fundo mesmo, você tambem gosta de min.
 Depois daquilo aconteceu algo incrível, nada, exatamente nada, minha pressão poderia ter caido ou as garotas invadiriam o quarto, ate um livro cair na cabeça de qualquer um estava aceitável, mas nada ocorreu, suas mão seguravam meus braços de forma delicada, meu braço doia um pouco, sua respiração pairava sob meu pescoço, realmente não sabia o que fazer. Ficamos em silencio so por alguns segundos ate eu quebrar o silencio:
-Eu quero ir embora, da para me soltar.
-Pensei que gostava de ficar assim.
-Odeio.
-Continua um péssimo mentiroso.
 Ele da um sorriso idiota, e fica na minha frente, por que ? Eu não conseguia deixar ele bravo, muito menos triste. Começo a andar para fora do quarto. 
 Na sala as garotas ainda dormiam, e um sono muito pesado.
-Pode abrir a porta para eu ir embora ?
 Falo no meu to serio de sempre, ele pega uma chave que não prestei atenção de onde, e abril a porta, antes de eu sair ele fala :
-Sobre seu corpo.......
 Olha para traz quando Madoko começa a acordar:
-Seu bebe acordou Ukyo.
 Digo enquanto dava as costas, voltando para casa  as arvores ainda não dava sinal do outono, mesmo ja tendo chegado, estava provado naquela chuva, nas ruas não tinham quase niguem, ao chegar em casa percebi que ainda estava com a roupa do Ukyo, ela e bem quente, mesmo no meu corpo gelado, ela tem o cheiro do verão, esse cheiro ainda residi nela. chegando no meu quarto tiro as roupas, meu braço machucado, foi infachado com tanto cuidado, so mais uma cicatriz em um copo todo cicatrizado, coloco o celular para carregar, bateria estava em 8%, quando percebo que a uma mensagem:
  '' Filhos, não irei chegar em casa hoje, vou ficar na casa da minha amiga mais alguns dias ok. Tenho certeza que não ira fazer muita diferença para você ne ? Já e um garoto crescidinho, bem ate BJs Mamãe.''
  Então ta bom, ocupo meu tempo com qualquer coisa, ate que os olhos escuros da noite cai. Olhos, sempre imaginei a lua cheia como uma ''Olho da noite'' que observa tudo com a ajuda das estrelas, que uivavam nas noites mais escuras enquanto o olho dorme..... Que idiota. Pensei uma vez que esse olho vera o que aconteceu comigo, e pediria para alguem me ajudar, mas isso nunca ocorreria. Ah, foi assim que comecei a odiar esse ''Olho'', e idiotice odiar algo que não tem nada a ver com você, isso e so para jogar a culpa em algo para retirar o peso de teus ombros, mas inda assim odeio a esse olhar, odeio o outono. Bem, agora isso não importa, de qualquer forma passou, mas essas cicatrizes ainda ardem, menos a nova, ela não arde tanto, queria saber o poque.....Talvez, somente uma hipótese, por que foi melhor tratada que as outras.                             
 No dia seguinte não queria ir para escola, mas fazer o que ? 
Ukyo faltou, Madoko disse que ele foi obrigado a ir visitar os pais e voltaria no atarde, quando a gente estivesse saindo. Nos separamos quando algumas meninas a chamaram, sem nada para fazer, fui para biblioteca, pela primeira vez eu li na biblioteca.
-E então como foi me conta mais.
 Insistia uma garota.
-Nunca imaginei que seria assim.
 Uma voz conhecida quem era mesmo ? a amiga da Madoko era a ......Kako....Kiko....Mi......keko..........Mikeko.
-E então a Bebe do Ukyo e a Madoko.
 Disse a desconhecida.
-E mas tem algo que não entendo, estavam falando de alguma coisa estranha, len......
 Ela foi interrompida pela professora da biblioteca que as obriga a sair, pela primeira vez a curiosidade me atormenta..O sinal tocou, pego um outro livro de terror qualquer e vou registra-lo, quando viro a prateleira vejo Madoko conversando animadamente com a professora da biblioteca, impossível, a professora esta sorrindo, ela nunca ri, essa garota e um et em forma de pessoa. 
-Yoru, sabia que abril uma nova cafeteria aqui perto vamos la ver.
 Disse enquanto eu registrava o livro.
-Não gosto de lugares assim.
-Ah e so um lugar que serve cafe e doces, não a nada de errado.
Disse enquanto se despedia da professora, a professora deve estar de bom humor.
-Vamos.
Madoko continuava a insistir, persistente. Na saida da escola ela estava grudada no meu braço e me dando mil e um motivos para eu ir.
-Madoko pela utima vez .....
Fui interrompido uma garota pula no meu pescoço por traz. Cabelos longos repicados, olhos verde cana, pele branca mania de pular nos outros sem autorização e claro que e.....
-May, larga meu pescoço eu preciso respirar como qualquer humano sabia ?
Falo tentando soltar ela do meu pescoço.
-Mais Yoru senti tanto sua falta.
Diz me apertando ainda mais. Ah e hoje que não fico em paz.
-Ehh, Yoru quem e ela.
Disseram as duas juntas, enfim May largou meu pescoço.
-May, essa e minha amiga Madoko, e Madoko  essa e minha prima May.
Em um segundo passam de olhares tensos para uma conversa  animada falando de 180 assunto de uma vez.
-Então eu e Yoru iamos a  em uma cafeteria, por não vai com a gente.
-Ei, eu não falei que ia.........
-Sim Sim vamos a cafeteria.
May me interrompe e com Madoko saem me puxando. Otimo as duas se entendem e hoje que essas garotas me matam.
-UKYOOO !!!!
Madoko sai gritando quando avista Ukyo no outro lado da rua, como ela não foi atropelada nessa rua movimentada ?
-Namorado dela ?
Pergunta Mey a observar o suposto casal.
-Não que eu saiba.
Logo Madoko chega puxando Ukyo entre os carros.
-Então essa e a prima do Yoru May, May esse e o Ukyo.
Chega Madoko apresentando minha prima.
-Que tal  irmos a cafeteria todos juntos.
May da a ideia. Era so o que me faltava ,  viro as costa a começo a andar tentando passar por despercebido, não da certo.
-Não pense que vai fugir.
Madoko pula no meu pescoço e sai me puxando.
Como ? Como tudo acabou assim ? Em uma cafeteria onde todas as funcionarias usam roupa de empregada e os funcionários usam terno, sentado do lado do Ukyo com Madoko e minha prima na minha frente ? Simples, a cafeteria e o que a Madoko chama de cafeteria de Mordomos e Criadas, e os lugares, aconteceu bem assim :
-Eu vou me sentar com meu priminho.
May agarrava meu braço.
-Certo e eu com o Ukyo, 
E Madoko agarrava o braço de Ukyo.
-Olha Madoko e Ukyo.
Passaram três garotas, rindo escandalosamente, Madoko começou a ficar vermelha.
-Eu vou me sentar com Yoru.
Disse me puxando. 
-Ei, que mudança de humor e essa agora ?
Disse.
-Não ele e MEU primo, so MEU.
-Desde quando eu virei objeto ?
Disse tentando me soutar das duas.
-Crianças mantenham a calma.
Disse Ukyo, se aproximando.
-NÃO SOMOS CRIANÇAS.
May e Madoko berraram juntas. E assim foi decidido os lugares.
 Agora eu estava procurando no cardápio algo que não tinha uma carinha feliz.
-May, o que você faz aqui essa época do ano ?
Perguntei olhando o cardápio, não e possível  ate a caneca tem uma carinha feliz.
-Tirei ferias adiantadas e vim ver meu priminho que eu amo.
-Correção foi expulsa mais uma vez e vai ficar com a gente ate ir para seu proximo internato.
-Que vai se so daqui um mês se não mais.
E eu pensando que ja havia pagado todos meus pecados. A mesa fica em silencio e logo recomeça:
-Eu vou pedir bolo de chocolate e chocolate quente e você May ?
-Acho que a mesma coisa. Ja decidiu priminho ?
-Estou vendo algo que não seja doce.
-Você odeia doces ne ?
Ukyo pergunta enquanto chama a... empregada ?    
-Não, não odeio, mas não amo.
Ela anota os pedidos, acabei por pegar um pudim e cafe com leite, todos pediram bolo de chocolate, Madoko e Mey pediram chocolate quente, e o Ukyo cappotino. depois que foi entregue o pedido começamos a falar sobres assuntos idiotas, sabe idiotas mesmo, quando começa falando de filmes e depois que o assunto filme acaba falam de um totalmente diferente, como feijão.
 No final de tudo não foi tão ruim, quando acabei, peguei outro pudim com carinha feliz tenho certeza que minha mãe vai gostar.
-Não foi você que disse que não gostava de doces.
Ukyo fala e ri enquanto caminhamos.
-Não e para min.
-E para Tia ne priminho ?
-Sim.
-May, você tem telefone.
Madoko pergunta.
-Quebrou...
-Correção você jogo no rio.
-Não tenho culpa ele enchia demais a paciência.
-Para que serve um telefone que não toca ?
Ela inchou as bochechas com algumas sardas clarinhas.
-Me diga isso você.
E ficou olhando para o nada, Madoko e Ukyo estavam em silencio, pareciam com medo de min e minha prima.
-Então e aqui que a gente se separa.
Disse Madoko, olhando para o lado.
-Ate amanha então.
Disse Ukyo sorrindo como sempre.
-Ate.
Eu e May dessemos juntos. Na conversa  descobri que ela veio com minha mãe, entre outras coisas que ocorreram no tipo que não podemos nos falar, claro que eu disse que ocorreu comigo, menos a parte do Ukyo, não seria bom ela saber. Na chegada em casa, minha mãe estava na cozinha, dei o pudim com carinha e gato sorridente,ela adorou, sorrio e beijou minha testa, ja sabia, so eu posso a faze-la sorrir assim, deixei um pequeno sorriso escapar por um segundo. No meu quarto fui ler o livro e.... Era um romance, pelo visto a historia era de um medico que queria descobrir um jeito de reviver os morto para reviver a esposa. Muito chato, apago a luz e me deito, so ai lembro de algo, não muito importante.
-Esqueci de devolver a roupa do Ukyo.
sussurro para min mesmo antes de cair no sono. 
-ACORDA QUE JA AMANHECEU E O TEMPO NÃO ESPERA !!!!
May me acorda gritando e puxando o coberto.
-Vamos hora de tomar cafe.
-Me deixa dormir desgraça, meu celular nem despertou.
Falo puxando o cobertor de volta.
-Nada disso, levanta seu preguiçoso.
Dessa vez ela levanta o coução, o que me faz bater a cabeça na parede, uma vez que minha cama e encostada nela.
-Que tipo de adolecente e  você sem revistas eróticas embaixo da cama ?
Ela solta meu coução assim me levanto e aperto sua bochecha e saio puxando ela para fora do quarto, enquanto falo:
-Pra que tanto escândalo ? Você não poderia fazer mais silencio ? temos vizinhos sabia ?
-Sim, Sim, Sim mamãe 
Fala ela tentando fazer minha mão desgrudar de sua bochecha, na cozinha decido soltar.
-Mas que maldade.
Diz minha prima, enquanto massageava a bochecha.
-Bem, você mereceu.
Disse colocando a agua para fazer o cafe, depois foi me arrumar para ir a escola. 
-Deixa eu ir com você ?
May pulou em cima de min, com cara de cachorrinho que caio da mudança.
-Não, não vai não.
-VOU SIM.
Pulou nas minhas costas espremendo seus seios na minha nuca, me desequilibrei e cai no tapete da sala.
-SAi DE CIMA DE MIN, ESTOU FICANDO COM FALTA DE AR !!
-QUE FOI TA ME CHAMANDO DE GORDA AGORA ?!?!
Um pequeno detalhe minha prima e sim um pouco gorda, mas e proporcional ao corpo, assim faz com que fique magra, bem pelo menos uma vez me explicou assim.
Enfim ela sai de cima de mim, e se senta no sofá fazendo bico.
-Você continua ignorante.
-E você e uma impertinente.
Depois consegui manter ela e casa, tava a caminho da escola ate...
-Primo, não e legal deixar uma garota sozinha em casa. 
Ela pula no meu braço com uma magoa falsa.
-Voce não tem jeito.
Falo em um suspiro. No final May disse que ia me buscar, eu que eu fiz para merecer isso ?
  Na escola tudo ocorreu normalmente se não fosse por uma professora mostro que me colocou na primeira carteira, é, se em qualquer outra aula trocássemos de lugar, levaríamos um ''Bilhetinho no caderno'' que no caso seria uma suspensão. No intervalo Madoko arratou Ukyo para encontrar uma pessoa, eu simplesmente fui trocar o livro.
-Então e ele.
May apontou para min quando entrei na sala, ela estava com vários romances na mesa da da professora Rosa, eu ainda não avia dito mas Rosa e o nome da professora da biblioteca, e.... Ela tava rindo novamente.....Bem acho que so garotas se entendem com garotas.
-Por que você odeia romances primo ?
-Não odeio, mas não amo.
-E essa sua explicação para tudo. 
Pousou levemente as mão na cintura.
-Espera, você esta aqui de intrusa né ?
Ela não me responde e volta a falar com Rosa, desisti da ideia de pegar um livro as pressas quando o sinal tocou, isso nunca da certo. 
-Ate a saída.
 Acenou minha prima retribui o aceno. 
-Ate.
Na sala, me sentei no lugar que a professora mostro avia me colocado, ela ate espiou a sala para va se todos obedeciam a ''norma''. A aula foi um tedio, o sinal de saida tocou mas continuei na sala alguns segundos depois não havia mais niguem nos corredores, Madoko nem Ukyo aviam me esperado, melhor assim. Minha prima deveria esta na biblioteca, fui ver e nada dela lá, fui para saida, nada, nem no patio, onde ela se meteu deve ter ido embora sem min. Passei no bebedouro antes de sair, mas me puxaram para dentro do banheiro masculino.
-Yoru....
 Meu nome foi jogado no vento, delicadamente meu queixo foi levantado por mãos quentes para uma beijo casto, de alguem que estava atras de min.
-Mas o que você esta fazendo ??
Tentei me afastar, mas fui colocado contra a parede, quem diria que Ukyo um magricelo fraco, poderia ter tanta força quando queria.
-Final de semana....
Ele falou em um sussurro.
-Nesse final de semana, vou ser obrigado a ir morar com meus pais...
-I dai.
Seu olhar, sempre alegre, parecia um pouco melancólico, abril a boca para falar algo, mas as palavras morreram e viraram um suspiro.
-Eu quero ficar com você, ficar com você para sempre, terminar essa vida junto de ti. 
Deu uma pequena pausa, e eu continuava a ouvir atentamente mesmo com a expressão despreocupada.
-Mas tenho medo que você acabe me odiando,  se não já me odeia....
Deu mais uma pausa, e se afastou um passo, tudo que eu fiz foi ficar em silencio reunindo forças inúteis para formar uma palavra.
-Eu vou embora... então so dessa vez não minta para min, so me de uma certeza........ Você realmente, me odeia ?
Por um segundo prendi a respiração, palavras incertas se acumularam na minha mente, queria que ele desaparecesse, mas queria que esses dias com ele continuassem para sempre, como deveria responderia ? O que deveria fazer ?
-Eu não te odeio, mas.....
''Eu também não gosto'' Minha prima tem razão, quando não tenho uma resposta uso isso para tudo, não, eu não o odeio, ficar irritado com ele, as vezes, parece ate divertido, e estranho ele sempre estar feliz, e ver ele com esse olhar tão melancólico e ate desconfortável. Talvez......So em teoria, eu goste dele...... É,  se ele vai mesmo embora, então não tenho que preocupar em falar essa ''verdade teorica.''
-Eu....Gos.....
Tentei falar mas não consegui, o observei e o vi ficar mais atento, então dei um leve suspiro tentei novamente.
-Eu.........Gosto de ti.
-Verdade ?
A expressão seria ainda estava estampada na minha cara, porem um leve tom de carmesim tomou minhas bochechas, levemente Ukyo fez uma caricia apertando minha bochecha de leve, tenho certeza que ouvi ele dizer algo como adorável ou amável. 
Mas uma vez ele me beijou de forma casta, enquanto me abraçava, dessa vez me deixei ser beijado por aquela figura sutil. Seu beijo era doce, mas não enjoativo, era ameno, sereno, não poderia explica-lo. Eu realmente gosto dessa pessoa. 
Nos separamos quando ouvimos o coro de dois gritinhos. Madoko e May, depois de alguns segundos nos encarando eu percebi que, elas aviam entrado em um banheiro masculino.......

Continua..

Nota da autora:  
May sua problemática kkkkk
Bem na última vez me deixaram no vacuo né ? ~Se protege~ mas tudo bem. 
Agradeço todos os comentários, amo muito quando vocês comentam, e eu so não repondo por que meu pc fica bugado TT^TT
Então muito obrigado Anônimos e também Orium seus comentários me alegram para continuar a escrever.  
Desculpa os erros de português, Ate. 

  • Feita por Mairy-chan
Arigato ;D

2 comentários:

  1. Continua por favor sua historia é maravilhosa

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